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MILA — Lipoabdominoplastia Robótica em Uberlândia-MG

Técnica que associa a correção minimamente invasiva da diástase abdominal à etapa de cirurgia plástica, em um único procedimento.

Dra. Lorena Queiroz
Dra. Lorena Gidrão de Queiroz CRM-MG 85769 · RQE 71258 (Cirurgia Plástica) Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) Clínica Healme · Complexo UMC — Uberlândia/MG
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O que é e indicações

MILA — Lipoabdominoplastia Robótica

MILA é uma técnica de lipoabdominoplastia minimamente invasiva, que combina a correção da diástase abdominal por via endoscópica (robótica ou videolaparoscópica, conforme o caso) com a etapa de lipoaspiração e cuidados com a pele, realizada pela cirurgia plástica.

O acesso minimamente invasivo à musculatura abdominal busca reduzir a extensão das incisões em comparação à abdominoplastia tradicional, mas nem toda paciente com diástase é candidata a essa abordagem — a indicação depende da avaliação da pele, da musculatura e da distribuição de gordura de cada caso.

Por envolver duas etapas cirúrgicas distintas, a indicação da técnica combinada é sempre resultado de uma avaliação conjunta entre a cirurgia plástica e a cirurgia do aparelho digestivo.

Dra. Lorena Queiroz e Dr. Solon Gonçalves em centro cirúrgico, equipe da técnica MILA em Uberlândia-MG
Técnicas e Tecnologias

Como o procedimento é realizado

A correção da diástase é realizada por via endoscópica — robótica ou videolaparoscópica, conforme o caso — por um cirurgião do aparelho digestivo especializado nessa abordagem, como o Dr. Solon Gonçalves (CRM-MG 79366, RQE 60355), cirurgião do aparelho digestivo em Uberlândia-MG.

Na sequência do mesmo procedimento, a etapa de cirurgia plástica trata a lipoaspiração e, quando indicado, tecnologias complementares de retração de pele.

Toda a cirurgia é realizada em uma única anestesia e um único período de recuperação, evitando a necessidade de duas internações e duas recuperações separadas.

Dra. Lorena Queiroz, cirurgiã plástica, e Dr. Solon Gonçalves, cirurgião do aparelho digestivo
Cirurgia Combinada

Como funciona a avaliação conjunta

A indicação de uma cirurgia combinada é sempre uma decisão clínica, tomada em avaliação conjunta entre a cirurgia plástica e a cirurgia do aparelho digestivo — nunca uma oferta comercial ou um pacote fechado.

Ela costuma ser considerada quando a paciente apresenta diástase associada a excesso de gordura localizada e pele com boa qualidade de retração, permitindo tratar as duas questões no mesmo procedimento com segurança.

Não é indicada para todos os casos: pele com flacidez muito acentuada, diástase muito extensa ou condições clínicas que aumentem o risco de uma cirurgia mais longa podem indicar, em vez disso, a abordagem convencional em etapas separadas — essa avaliação é sempre individual.

Por combinar duas etapas cirúrgicas, a cirurgia combinada envolve um tempo cirúrgico e anestésico mais longo do que cada procedimento isolado, o que pode aumentar riscos relacionados ao tempo de anestesia — por isso a triagem clínica prévia, incluindo avaliação cardiológica quando indicada, é parte obrigatória do processo.

O Processo Completo

Da avaliação ao retorno às atividades

01

Avaliação conjunta

Consultas com a cirurgia plástica e com a cirurgia do aparelho digestivo, para avaliar se a técnica combinada é indicada para o caso.

02

Exames pré-operatórios

Solicitação de exames laboratoriais e avaliação cardiológica, considerando o tempo cirúrgico mais longo de um procedimento combinado.

03

Cirurgia

Correção da diástase por via endoscópica seguida da etapa de cirurgia plástica, em uma única anestesia, em ambiente hospitalar.

04

Pós-operatório imediato

Internação hospitalar para observação, com acompanhamento das duas equipes durante a recuperação inicial.

05

Retorno às atividades

Retomada gradual das atividades do dia a dia e, posteriormente, de exercícios físicos, sempre conforme orientação médica individualizada.

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Perguntas Frequentes

Dúvidas comuns sobre MILA — Lipoabdominoplastia Robótica

Quanto tempo dura a cirurgia?

Por combinar duas etapas, a cirurgia costuma ser mais longa que uma abdominoplastia ou lipoaspiração isoladas, variando conforme a complexidade — o tempo estimado é discutido na avaliação conjunta.

Que tipo de anestesia é utilizada?

É realizada uma única anestesia para as duas etapas do procedimento, definida pela equipe de anestesiologia considerando o tempo cirúrgico total e o perfil de saúde da paciente.

É necessário internação?

Sim — como envolve um tempo cirúrgico maior, a internação hospitalar costuma ser necessária, com duração avaliada conforme a evolução de cada caso.

A recuperação é dolorosa?

O desconforto no pós-operatório reúne características das duas etapas da cirurgia e é controlado com analgesia prescrita — a intensidade é individual.

O uso de drenos é necessário?

É avaliado conforme a extensão de cada etapa da cirurgia e costuma seguir o mesmo padrão de uma abdominoplastia associada à lipoaspiração.

Como ficam as cicatrizes?

A abordagem minimamente invasiva da diástase busca reduzir a extensão das incisões em comparação à abdominoplastia tradicional; ainda assim, pode haver necessidade de incisões adicionais para a etapa de lipoaspiração, conforme o planejamento cirúrgico.

Por quanto tempo uso a cinta compressiva?

O uso é indicado por várias semanas após a cirurgia, apoiando a recuperação das duas etapas — o período exato é definido no pós-operatório.

Quanto tempo de afastamento do trabalho é necessário?

Por ser uma cirurgia combinada, o afastamento tende a ser semelhante ou um pouco maior do que o de uma abdominoplastia isolada — normalmente de 2 a 4 semanas, avaliado individualmente.

Quando posso voltar a fazer exercícios físicos?

Segue cronograma semelhante ao de uma abdominoplastia com lipoaspiração associada, com liberação gradual conforme orientação médica, geralmente entre 6 e 8 semanas para atividades de maior impacto.

Quais são os riscos da cirurgia combinada?

Além dos riscos descritos para abdominoplastia e lipoaspiração isoladas (seroma, hematoma, infecção, alterações de sensibilidade, cicatrização inadequada), a combinação de duas etapas em uma única anestesia pode aumentar riscos relacionados ao tempo cirúrgico e anestésico prolongado, incluindo tromboembolismo — por isso a triagem clínica prévia é rigorosa.

Quem não é candidata à técnica combinada?

Flacidez de pele muito acentuada, diástase muito extensa ou condições clínicas que aumentem o risco de cirurgias mais longas podem indicar a abordagem convencional em etapas separadas. Essa decisão é sempre feita em avaliação conjunta entre os especialistas envolvidos.

Onde a cirurgia acontece

Rua Rafael Marino Neto, 600 - Jardim Karaíba, Uberlândia - MG, 38411-186
Clínica Healme · Complexo UMC — 4º andar

Conteúdo revisado por Dra. Lorena Gidrão de Queiroz — CRM-MG 85769, RQE 71258 (Cirurgia Plástica). Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Última revisão: Setembro/2026.

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